Nada de WiMax e 3G. Programado para estrear em 2013, LTE se mostra como potencial tecnologia para redes 4G pela velocidade de acesso.
Tal qual o telefone celular, há uma mudança de paradigma em curso para as redes de telefonia móvel: elas já não servem apenas para falar. Cada vez mais, são os dados de chamadas por vídeos, conteúdo multimídia e navegação online que tomam o espectro.
Na inversão de papéis entre o consumo de chamadas por voz e o de dados, uma nova tecnologia promete ser a ponte para que a web móvel se torne prioridade dentro das operadoras de telefonia.
O Long Term Evolution (LTE) deverá ser oficializado como padrão de rede para banda larga móvel neste mês, quando o 3rd Generation Partner Program (3GPP) publica as especificações finalizadas em dezembro, e dá um empurrão na adoção do potencial primeiro sistema 4G do planeta.
E porque tanta expectativa a respeito do LTE, que já conta com redes em testes no Reino Unido e planos de investimentos por operadoras nos Estados Unidos e na Suécia? Sem grandes surpresas, a atenção dada ao LTE tem relação com sua capacidade de navegação.
Enquanto os padrões por trás das redes 3G que você usa hoje, como HSPA ou UMTS, atingem velocidades máximas de 14 Megabits por segundo (Mbps), testes com o LTE indicam picos de navegação de até 120 Mbps, quase 10 vezes mais rápido.
“Trata-se de uma quebra de paradigma. Redes LTE são projetadas para a troca de dados”, e não ao redor das chamadas de voz, explica José Geraldo Alves de Almeida, gerente de desenvolvimento e negócios da Motorola.
“A tendência das redes é essa agora. Mesmo que a voz ainda seja o grosso (do faturamento pelas operadoras), o crescimento futuro está ao redor de serviços” oferecidos seja pelas operadoras ou por desenvolvedores independentes, explica o executivo.
A popularização do 4G, com chances cada vez maiores de ser personificado pelo LTE, fomentará um novo mercado de aplicações e serviços móveis, principalmente que envolvam conteúdo multimídia e aplicações de geoposicionamento.
Mais que isso: o LTE representa a primeira "banda larga móvel de verdade", um conceito que o mercado se cansou de relacionar ao WiMax mas que, pela falta de investimentos no padrão pelo mundo, ainda não chegou a se concretizar.
Movimentações para que o LTE tome a definição no mercado para si não faltam.
Após a confirmação pelo 3GPP que tinha finalizado o esboço da especificação, a Verizon anunciou que começaria a procurar parceiros para estrear a primeira rede comercial LTE dos Estados Unidos entre o final de 2009 e o começo de 2010.
Simultaneamente, a TeliaSonera anunciou em janeiro que selecionou parceiros para desenvolver sua rede do padrão na Suécia, que deverá ser lançada comercialmente também no começo de 2010.
Os prazos, no entanto, são flutuantes principalmente pelo impacto da crise econômica mundial nos investimentos reservados pelas operadoras em novos equipamentos.
Como José Geraldo explica: “cada nova geração (de telefonia) significa duas coisas: mais velocidade pra dados e capacidade de colocar o usuário no sistema; e necessidade de dinheiro para trocar todos os equipamentos de acesso”.
Fonte: http://idgnow.uol.com.br/
sábado, 28 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Telefonia móvel em São Paulo teve 6.281 pedidos de portabilidade em quatro dias
Dos DDDS que tiveram o serviço esta semana, a migração na telefonia chegou a 7.738 solicitações
Até ontem, quinta-feira, a região metropolitana de São Paulo registrou 8.428 pedidos de migração de operadora via portabilidade numérica. O serviço teve início nessa área na segunda-feira, 2. A maior parte das solicitações, 6.281, foi feita por clientes da telefonia móvel, onde há maior competição entre operadoras, e 2.146 dizem respeito à migração na telefonia fixa. Com o serviço disponível em todo o país, já foram efetivadas 580 mil trocas de operadora com a manutenção do número original.
Segundo dados da ABR Telecom, entidade administradora da portabilidade numérica, dos pedidos realizados no DDD 11, grande São Paulo, 1.185 já tiveram concluídas a troca de operadora. Desse total, 1.162 foram completados pelas operadoras móveis enquanto apenas 23 foram efetivados pelas operadoras fixas.
No país, 199.651 (34%) dos pedidos de portabilidade foram encaminhados por usuários de telefonia fixa e 384.385 (66%) de telefonia móvel, enquanto as portabilidades concluídas já beneficiam 384.622 usuários, dos quais 127.777 (33%) de usuários de telefonia fixa e 256.845 (67%) de telefonia móvel.
Até ontem, quinta-feira, a região metropolitana de São Paulo registrou 8.428 pedidos de migração de operadora via portabilidade numérica. O serviço teve início nessa área na segunda-feira, 2. A maior parte das solicitações, 6.281, foi feita por clientes da telefonia móvel, onde há maior competição entre operadoras, e 2.146 dizem respeito à migração na telefonia fixa. Com o serviço disponível em todo o país, já foram efetivadas 580 mil trocas de operadora com a manutenção do número original.
Segundo dados da ABR Telecom, entidade administradora da portabilidade numérica, dos pedidos realizados no DDD 11, grande São Paulo, 1.185 já tiveram concluídas a troca de operadora. Desse total, 1.162 foram completados pelas operadoras móveis enquanto apenas 23 foram efetivados pelas operadoras fixas.
No país, 199.651 (34%) dos pedidos de portabilidade foram encaminhados por usuários de telefonia fixa e 384.385 (66%) de telefonia móvel, enquanto as portabilidades concluídas já beneficiam 384.622 usuários, dos quais 127.777 (33%) de usuários de telefonia fixa e 256.845 (67%) de telefonia móvel.
Marcadores:
Portabilidade
Oi quer adicionar nove milhões de novos assinantes em 2009
A Oi traçou uma meta para 2009: Adicionar nove milhões de novos assinantes à sua carteira de clientes e alcançar a marca de 65 milhões, já contabilizados os assinantes da Brasil Telecom. Para isso, a concessionária planeja investir entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões - sendo 60% na telefonia fixa/banda larga (tradicional, sendo que neste percentual está incluído o backhaul das escolas do acordo com o governo) e 40% na telefonia móvel (expansão 3G também incorporada a essa divisão).
Em São Paulo - onde a operadora entrou no mercado em outubro do ano passado- a meta é fechar 2009 com 5 milhões de assinantes. Isso significaria a conquista de 3 milhões de novos usuários no Estado, já que em dezembro de 2008, a companhia contabilizou 2 milhões de assinantes.
A Oi também planeja aumentar o market share na região 2 - onde a Brasil Telecom detém 15%. Na sua região de atuação a 1 - do Rio de Janeiro ao Amazonas - a Oi detém 30,3% do market share e quer levar esta marca para a área da BrT, com estratégias de preços agressivas e campanhas combinando telefonia fixa, móvel e banda larga. Se os planos da Oi derem certo, a concessionária encerraria 2009 com 65 milhões de assinantes.
Com relação à crise financeira, a Oi é taxativa: "O crédito está mais caro, mas não está faltando, pelo menos para nós. E até o momento, não sentimos qualquer reflexo na receita", observou o diretor de Finanças e de Relações com Investidores, Alex Zornig.
Mas fato é que a variação cambial derrubou o lucro da Oi no quarto trimestre do ano passado. O balanço da empresa mostra um ganho de R$ 77 milhões, com queda de 91% em relação aos R$ 882 milhões de igual período de 2007. O incremento dos encargos financeiros sobre a dívida também prejudicaram o resultado, que acumulou no ano um lucro líquido R$ 1,2 bilhão, com recuo de 50% frente ao resultado do ano anterior.
Zornig não refutou o fato de a alta do dólar impactar a dívida da empresa, mas ressaltou que essa parte está equacionada e equilibrada nas projeções financeiras da concessionária.
Para reduzir o impacto da alta do dólar, Zornig lembrou que a companhia tem conseguido negociar bons contratos, entre eles, com o Banco da Finlândia, em função da decisão da Oi de trocar o backbone da telefonia móvel na região da Brasil Telecom - saiu a Erisson e entrou a Nokia Siemens Networks.
Na parte do acesso, a troca também acontece - sai a ZTE e entra a Huawei. Neste caso, inclusive, a Oi espera financiamentos de bancos chineses, mas não adianta valores, nem quando esses recursos serão aportados no pais.
Ao falar sobre o reflexo da crise no consumo dos brasileiros, Zornig disse que se o desemprego, de fato, crescer acima do esperado e as demissões persistirem por mais tempo, certamente, haverá uma retração, mas na sua visão, a telefonia e a banda larga poderão sofrer com a redução do uso, mas não com a descontinuidade. "Não dá mais para pensar em ficar sem telefonia e banda larga. Pode vir um aperto, uma queda,mas não uma paralisação do consumo", observou.
Oi diz que adições líquidas de emprego vão superar às demissões
O executivo participou nesta quinta-feira, 05/03, de uma teleconferência com a imprensa para a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2008 e falou sobre alguns projetos para 2009. Zornig ao ser questionado sobre a integração com a Brasil Telecom não quis fixar prazos. Ele garantiu que a unificação integral acontecerá 'ainda este ano'. O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, tinha dito que este processo estaria concluído até o final deste primeiro semestre.
Zornig também falou sobre o processo de demissões na fusão BrOI. O diretor de Finanças admitiu que houve 400 demissões de nível gerencial por sobreposição de pessoas. Mas prometeu - lembrando que é um executivo do setor financeiro - que "ao final do processo, as adições liquidas de empregos serão maiores na nova Oi do que as demissões realizadas e isso será percebido pelo mercado".
O diretor voltou a dizer que haverá, sim, uma sinergia financeira com a fusão das companhias e que o montante deverá ficar em torno de R$ 600 milhões - valor também já divulgado pelo presidente da Oi, quando houve o comunicado oficial da compra em janeiro.
Faturamento
Com recorde de adições líquidas no trimestre (+2,7 milhões), a Oi encerrou 2008 com 40,4 milhões de Unidades Geradoras de Receitas (UGRs), crescimento de 7,0% em relação ao 3T08 e de 27,4% no ano.
No quarto trimestre do ano passado, este desempenho foi influenciado pelo aumento de 2,5 milhões de usuários de telefonia móvel, principalmente em decorrência do inicio das operações da Oi móvel no estado de São Paulo, cujas adições totalizaram 2 milhões de usuários desde o final de outubro.
A receita bruta consolidada somou R$7.064 milhões no 4T08, superando em 1,9% à registrada no 3T08 (+R$135 milhões), em decorrência, principalmente, da expansão da receita de telefonia móvel (+8,0%), enquanto as receitas dos serviços de telefonia fixa permaneceram estáveis.
No ano, a receita bruta consolidada acumulou R$27.197 milhões, expansão de 8,1% (+R$2.044 milhões) em relação a 2007. Também nesse período, enquanto as receitas de telefonia fixa mantiveram-se estáveis, o destaque foi a performance da telefonia móvel, com crescimento de 44,3% (+R$1.965 milhões), passando a representar 24% da receita bruta consolidada total.
A receita de serviços de comunicação de dados alcançou R$893 milhões no 4T08, representando um crescimento de 5,8% sobre o trimestre anterior. Esta expansão resulta de maiores receitas “Oi Velox” e serviços não recorrentes prestados ao setor público na área de educação (R$27 milhões). No acumulado do ano, a receita de dados apresentou expansão de R$518 milhões (+18,0% vs. 2007) e encerrou o ano somando R$3.397 milhões.
Destaca-se a expansão das receitas “Oi Velox” (+R$270 milhões) devido ao aumento da base média de usuários deste serviço. As receitas de “Outros” (+R$247 milhões) foi beneficiada, principalmente, pelo aumento de receitas de EILD - Linhas Dedicadas (+R$104 milhões), da rede IP (+R$29 milhões), do provedor “Oi Internet” (+R$35 milhões) com aluguel de equipamentos e infra-estrutura (R$39 milhões) e, com serviços não recorrentes prestados ao setor público na área de educação (+R$27 milhões).
Em São Paulo - onde a operadora entrou no mercado em outubro do ano passado- a meta é fechar 2009 com 5 milhões de assinantes. Isso significaria a conquista de 3 milhões de novos usuários no Estado, já que em dezembro de 2008, a companhia contabilizou 2 milhões de assinantes.
A Oi também planeja aumentar o market share na região 2 - onde a Brasil Telecom detém 15%. Na sua região de atuação a 1 - do Rio de Janeiro ao Amazonas - a Oi detém 30,3% do market share e quer levar esta marca para a área da BrT, com estratégias de preços agressivas e campanhas combinando telefonia fixa, móvel e banda larga. Se os planos da Oi derem certo, a concessionária encerraria 2009 com 65 milhões de assinantes.
Com relação à crise financeira, a Oi é taxativa: "O crédito está mais caro, mas não está faltando, pelo menos para nós. E até o momento, não sentimos qualquer reflexo na receita", observou o diretor de Finanças e de Relações com Investidores, Alex Zornig.
Mas fato é que a variação cambial derrubou o lucro da Oi no quarto trimestre do ano passado. O balanço da empresa mostra um ganho de R$ 77 milhões, com queda de 91% em relação aos R$ 882 milhões de igual período de 2007. O incremento dos encargos financeiros sobre a dívida também prejudicaram o resultado, que acumulou no ano um lucro líquido R$ 1,2 bilhão, com recuo de 50% frente ao resultado do ano anterior.
Zornig não refutou o fato de a alta do dólar impactar a dívida da empresa, mas ressaltou que essa parte está equacionada e equilibrada nas projeções financeiras da concessionária.
Para reduzir o impacto da alta do dólar, Zornig lembrou que a companhia tem conseguido negociar bons contratos, entre eles, com o Banco da Finlândia, em função da decisão da Oi de trocar o backbone da telefonia móvel na região da Brasil Telecom - saiu a Erisson e entrou a Nokia Siemens Networks.
Na parte do acesso, a troca também acontece - sai a ZTE e entra a Huawei. Neste caso, inclusive, a Oi espera financiamentos de bancos chineses, mas não adianta valores, nem quando esses recursos serão aportados no pais.
Ao falar sobre o reflexo da crise no consumo dos brasileiros, Zornig disse que se o desemprego, de fato, crescer acima do esperado e as demissões persistirem por mais tempo, certamente, haverá uma retração, mas na sua visão, a telefonia e a banda larga poderão sofrer com a redução do uso, mas não com a descontinuidade. "Não dá mais para pensar em ficar sem telefonia e banda larga. Pode vir um aperto, uma queda,mas não uma paralisação do consumo", observou.
Oi diz que adições líquidas de emprego vão superar às demissões
O executivo participou nesta quinta-feira, 05/03, de uma teleconferência com a imprensa para a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2008 e falou sobre alguns projetos para 2009. Zornig ao ser questionado sobre a integração com a Brasil Telecom não quis fixar prazos. Ele garantiu que a unificação integral acontecerá 'ainda este ano'. O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, tinha dito que este processo estaria concluído até o final deste primeiro semestre.
Zornig também falou sobre o processo de demissões na fusão BrOI. O diretor de Finanças admitiu que houve 400 demissões de nível gerencial por sobreposição de pessoas. Mas prometeu - lembrando que é um executivo do setor financeiro - que "ao final do processo, as adições liquidas de empregos serão maiores na nova Oi do que as demissões realizadas e isso será percebido pelo mercado".
O diretor voltou a dizer que haverá, sim, uma sinergia financeira com a fusão das companhias e que o montante deverá ficar em torno de R$ 600 milhões - valor também já divulgado pelo presidente da Oi, quando houve o comunicado oficial da compra em janeiro.
Faturamento
Com recorde de adições líquidas no trimestre (+2,7 milhões), a Oi encerrou 2008 com 40,4 milhões de Unidades Geradoras de Receitas (UGRs), crescimento de 7,0% em relação ao 3T08 e de 27,4% no ano.
No quarto trimestre do ano passado, este desempenho foi influenciado pelo aumento de 2,5 milhões de usuários de telefonia móvel, principalmente em decorrência do inicio das operações da Oi móvel no estado de São Paulo, cujas adições totalizaram 2 milhões de usuários desde o final de outubro.
A receita bruta consolidada somou R$7.064 milhões no 4T08, superando em 1,9% à registrada no 3T08 (+R$135 milhões), em decorrência, principalmente, da expansão da receita de telefonia móvel (+8,0%), enquanto as receitas dos serviços de telefonia fixa permaneceram estáveis.
No ano, a receita bruta consolidada acumulou R$27.197 milhões, expansão de 8,1% (+R$2.044 milhões) em relação a 2007. Também nesse período, enquanto as receitas de telefonia fixa mantiveram-se estáveis, o destaque foi a performance da telefonia móvel, com crescimento de 44,3% (+R$1.965 milhões), passando a representar 24% da receita bruta consolidada total.
A receita de serviços de comunicação de dados alcançou R$893 milhões no 4T08, representando um crescimento de 5,8% sobre o trimestre anterior. Esta expansão resulta de maiores receitas “Oi Velox” e serviços não recorrentes prestados ao setor público na área de educação (R$27 milhões). No acumulado do ano, a receita de dados apresentou expansão de R$518 milhões (+18,0% vs. 2007) e encerrou o ano somando R$3.397 milhões.
Destaca-se a expansão das receitas “Oi Velox” (+R$270 milhões) devido ao aumento da base média de usuários deste serviço. As receitas de “Outros” (+R$247 milhões) foi beneficiada, principalmente, pelo aumento de receitas de EILD - Linhas Dedicadas (+R$104 milhões), da rede IP (+R$29 milhões), do provedor “Oi Internet” (+R$35 milhões) com aluguel de equipamentos e infra-estrutura (R$39 milhões) e, com serviços não recorrentes prestados ao setor público na área de educação (+R$27 milhões).
segunda-feira, 2 de março de 2009
Oi faz suspense com relação à sua estratégia 3G para SP
A Oi faz suspense com relação ao lançamento da 3G em São Paulo. A concessionária diz apenas que vai entrar 'forte' no mercado ao longo deste ano, mas não adianta maiores detalhes da estratégia.
O diretor de Finanças e de Relações com Investidores, Alex Zornig, admite que a empresa observa o movimento da concorrente TIM com relação à banda larga pré-paga e que a modalidade está nos seus planos, mas disse que, neste momento, a operadora "prefere aguardar e esperar um pouco mais'. A Oi terá ainda, segundo Zornig, 2200 ERBs em São Paulo, sendo que as últimas 200 serão instaladas ao longo deste ano. A maior parte delas já compatível com a 3G.
Na teleconferência de resultados do quarto trimestre de 2008, realizada nesta quinta-feira, 05/03, Alex Zornig disse ainda que a empresa somou, em 2008, 500 mil usuários de banda larga na sua região. A Oi hoje tem cobertura 3G em 32 cidades.
Indagado várias vezes sobre 3G em São Paulo, o executivo garantiu que a operadora vai entrar de 'forma agressiva', mas preferiu sair pela tangente e não detalhar planos. "Quando sairmos, convido vocês a virem para a nossa rede que estará bastante preparada para suportar uma forte demanda", brincou com os jornalistas.
Questionado se a Oi partiria também para a construção de redes próprias - como a TIM está fazendo para 'fugir' do alto custo do aluguel dos meios de transmissão - Zornig lembrou que com a aquisição da Brasil Telecom, a Oi passa a contar com a rede óptica da MetroRed - uma das primeiras empresas a montar anéis ópticos nas cidades brasileiras.
Além disso, também é proprietária da Pegasus, também criada para montar rede óptica. Mas Zornig não descartou a hipótese de a concessionária vir a pensar em aquisições para ampliar a sua capacidade. "Se tiver um negócio interessante, vamos observar", referindo-se, principalmente, às empresas privadas e prestadoras de serviços de infraestrutura de rede.
Zornig também não quis revelar montantes financeiros que a Oi aportará em 3G em 2009 no país. A operadora planeja investir entre R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões este ano, sendo 60% em telefonia fixa e banda larga, e 40% na telefonia móvel, onde está incluída a expansão da 3G.
O diretor de Finanças e de Relações com Investidores, Alex Zornig, admite que a empresa observa o movimento da concorrente TIM com relação à banda larga pré-paga e que a modalidade está nos seus planos, mas disse que, neste momento, a operadora "prefere aguardar e esperar um pouco mais'. A Oi terá ainda, segundo Zornig, 2200 ERBs em São Paulo, sendo que as últimas 200 serão instaladas ao longo deste ano. A maior parte delas já compatível com a 3G.
Na teleconferência de resultados do quarto trimestre de 2008, realizada nesta quinta-feira, 05/03, Alex Zornig disse ainda que a empresa somou, em 2008, 500 mil usuários de banda larga na sua região. A Oi hoje tem cobertura 3G em 32 cidades.
Indagado várias vezes sobre 3G em São Paulo, o executivo garantiu que a operadora vai entrar de 'forma agressiva', mas preferiu sair pela tangente e não detalhar planos. "Quando sairmos, convido vocês a virem para a nossa rede que estará bastante preparada para suportar uma forte demanda", brincou com os jornalistas.
Questionado se a Oi partiria também para a construção de redes próprias - como a TIM está fazendo para 'fugir' do alto custo do aluguel dos meios de transmissão - Zornig lembrou que com a aquisição da Brasil Telecom, a Oi passa a contar com a rede óptica da MetroRed - uma das primeiras empresas a montar anéis ópticos nas cidades brasileiras.
Além disso, também é proprietária da Pegasus, também criada para montar rede óptica. Mas Zornig não descartou a hipótese de a concessionária vir a pensar em aquisições para ampliar a sua capacidade. "Se tiver um negócio interessante, vamos observar", referindo-se, principalmente, às empresas privadas e prestadoras de serviços de infraestrutura de rede.
Zornig também não quis revelar montantes financeiros que a Oi aportará em 3G em 2009 no país. A operadora planeja investir entre R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões este ano, sendo 60% em telefonia fixa e banda larga, e 40% na telefonia móvel, onde está incluída a expansão da 3G.
Marcadores:
3G
domingo, 1 de março de 2009
Informações sobre a Promoção Diga Oi
Caso você não tenha realizado um recarga mínima de R$10,00 até o dia 28/02/2009, você não perderá a promoção apenas não terá direito ao bônus do mês de Março.
Mas realize recargas que somem no mínimo R$10,00 até o final de março e garanta seu bônus em Abril.
Mais informações sobre a promoção Diga Oi, clique aqui.
Mas realize recargas que somem no mínimo R$10,00 até o final de março e garanta seu bônus em Abril.
Mais informações sobre a promoção Diga Oi, clique aqui.
Marcadores:
Promoções
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Portabilidade numérica chega a SP e acirra a competição entre as Operadoras Celulares
Cronograma de implantação do serviço cumpre sua última etapa nesta segunda-feira, cobrindo mais cinco DDDs.
A portabilidade numérica chega a São Paulo nesta segunda-feira, 2, acirrando a competição no já competitivo mercado de telefonia celular e colocando um ingrediente a mais na telefonia fixa, serviço no qual a Telefônica domina, mas cujas participações da NET e da Embratel crescem a taxas significativas.
A oferta da facilidade de troca de operadora com manutenção do número em São Paulo marca o encerramento do cronograma de implantação da portabilidade, iniciado em setembro do ano passado. Junto com o DDD 11, serão atendidos os usuários dos DDDs 53 (RS), 64 (GO), 66 (MT) e 91(PA), somando 37.827.320 usuários, correspondentes a 19,60% da base de telefonia do país. Entre fixo e móvel, o Brasil soma 193 milhões de usuários.
O DDD 11, que serve à capital paulista e mais 63 cidades do Estado é o que concentra o maior volume de usuários do país, com 15,95% (30,8 milhões) dos assinantes dos serviços móveis e fixos. “Tudo em São Paulo é superlativo”, resume o diretor da Vivo para o Estado, Carlos Cipriano, em referência ao esforço da operadora para garantir-se na disputa pelos clientes. Ele destaca ainda que mercados mais maduros, como São Paulo, exigem cuidados especiais.
Nenhuma operadora móvel revela o balanço da portabilidade sobre sua base de assinantes, mas dão indicações de sucesso ou fracasso. A Claro assegura que está na liderança, enquanto a Vivo diz que o seu balanço tem sido positivo. A TIM, por sua vez, também não revela os números, mas os dados do quarto trimestre indicam que o serviço causou estragos em sua base. A operadora perdeu 200 mil assinantes pós-pagos no ano passado, não apenas por conta da portabilidade, mas a facilidade certamente contribuiu para a debandada.
“Em São Paulo, a portabilidade nos dá a oportunidade de endereçar o cliente de alto valor, tanto no fixo quanto no móvel”, disse o presidente da TIM, Luca Luciani, em conferência nesta sexta-feira, 27, para comentar os resultados do quarto trimestre. O portfólio de oferta convergente é a arma da operadora para não perder clientes em São Paulo, mas ele reconhece que a maior oportunidade da TIM está justamente na captura de clientes da telefonia fixa. “O mercado móvel tem forte pressão competitiva”, disse ele.
Fonte: http://www.telecomonline.com.br/
A portabilidade numérica chega a São Paulo nesta segunda-feira, 2, acirrando a competição no já competitivo mercado de telefonia celular e colocando um ingrediente a mais na telefonia fixa, serviço no qual a Telefônica domina, mas cujas participações da NET e da Embratel crescem a taxas significativas.
A oferta da facilidade de troca de operadora com manutenção do número em São Paulo marca o encerramento do cronograma de implantação da portabilidade, iniciado em setembro do ano passado. Junto com o DDD 11, serão atendidos os usuários dos DDDs 53 (RS), 64 (GO), 66 (MT) e 91(PA), somando 37.827.320 usuários, correspondentes a 19,60% da base de telefonia do país. Entre fixo e móvel, o Brasil soma 193 milhões de usuários.
O DDD 11, que serve à capital paulista e mais 63 cidades do Estado é o que concentra o maior volume de usuários do país, com 15,95% (30,8 milhões) dos assinantes dos serviços móveis e fixos. “Tudo em São Paulo é superlativo”, resume o diretor da Vivo para o Estado, Carlos Cipriano, em referência ao esforço da operadora para garantir-se na disputa pelos clientes. Ele destaca ainda que mercados mais maduros, como São Paulo, exigem cuidados especiais.
Nenhuma operadora móvel revela o balanço da portabilidade sobre sua base de assinantes, mas dão indicações de sucesso ou fracasso. A Claro assegura que está na liderança, enquanto a Vivo diz que o seu balanço tem sido positivo. A TIM, por sua vez, também não revela os números, mas os dados do quarto trimestre indicam que o serviço causou estragos em sua base. A operadora perdeu 200 mil assinantes pós-pagos no ano passado, não apenas por conta da portabilidade, mas a facilidade certamente contribuiu para a debandada.
“Em São Paulo, a portabilidade nos dá a oportunidade de endereçar o cliente de alto valor, tanto no fixo quanto no móvel”, disse o presidente da TIM, Luca Luciani, em conferência nesta sexta-feira, 27, para comentar os resultados do quarto trimestre. O portfólio de oferta convergente é a arma da operadora para não perder clientes em São Paulo, mas ele reconhece que a maior oportunidade da TIM está justamente na captura de clientes da telefonia fixa. “O mercado móvel tem forte pressão competitiva”, disse ele.
Fonte: http://www.telecomonline.com.br/
Marcadores:
Portabilidade
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
WiMax tem vantagem sobre LTE para acesso móvel 4G, afirma In-Stat
Na corrida pelo acesso 4G, consultoria vê vantagem do WiMax na competição com LTE pelo pioneirismo dos planos comerciais.
O WiMax leva vantagem sobre a LTE como padrão mais popular para acesso móvel à internet nos próximos anos dado o pioneirismo no investimento em redes do tipo, segundo estudo da consultoria In-Stat divulgado nesta quarta-feira (25/02).
Ainda que o investimento em redes WiMax venha se arrastando nos últimos ano dado seu potencial de conectividade, com poucas iniciativas reais de planos de acesso comerciais disponíveis em países como Estados Unidos e Coréia, o fato de operadoras considerarem investimentos do tipo colocam o WiMax em vantagem.
"O WiMax móvel já tem planos comerciais, enquanto a LTE não estará disponível comercialmente até o final de 2009", nota a consultoria, que prevê ainda que ambas as tecnologias deverão tomar caminhos diferentes.
O WiMax já começa a se posicionar como uma tecnologia usada por empresas de banda larga como uma forma de ampliar seus domínios e oferecer outras formas de conectividade, em pontos fixos, na sua maioria, para seus clientes.
Já o LTE, afirma a consultoria, vem sendo encarada como uma aposta das operadoras para preencher "buracos" registrados dentro de suas redes telefônicos, aumentando também o alcance de seus serviços para usuários que navegam online.
Sigla de Long Term Evolution, a LTE é um padrão de troca de dados em redes telefônicas que apresenta evoluções no padrão UMTS principalmente no que diz respeito a novos usos para espectro. Tecnicamente, a tecnologia permite navegação com velocidade de até 326 Mbits em até 100 quilômetros de distância.
Até 2013, a consultoria espera que a LTE alcance cerca de 23,1 milhões de assinantes pelo mundo, enquanto, simultaneamente, o número de PCs vendidos com acesso WiMax chegue a 82 milhões de unidades.
O WiMax leva vantagem sobre a LTE como padrão mais popular para acesso móvel à internet nos próximos anos dado o pioneirismo no investimento em redes do tipo, segundo estudo da consultoria In-Stat divulgado nesta quarta-feira (25/02).
Ainda que o investimento em redes WiMax venha se arrastando nos últimos ano dado seu potencial de conectividade, com poucas iniciativas reais de planos de acesso comerciais disponíveis em países como Estados Unidos e Coréia, o fato de operadoras considerarem investimentos do tipo colocam o WiMax em vantagem.
"O WiMax móvel já tem planos comerciais, enquanto a LTE não estará disponível comercialmente até o final de 2009", nota a consultoria, que prevê ainda que ambas as tecnologias deverão tomar caminhos diferentes.
O WiMax já começa a se posicionar como uma tecnologia usada por empresas de banda larga como uma forma de ampliar seus domínios e oferecer outras formas de conectividade, em pontos fixos, na sua maioria, para seus clientes.
Já o LTE, afirma a consultoria, vem sendo encarada como uma aposta das operadoras para preencher "buracos" registrados dentro de suas redes telefônicos, aumentando também o alcance de seus serviços para usuários que navegam online.
Sigla de Long Term Evolution, a LTE é um padrão de troca de dados em redes telefônicas que apresenta evoluções no padrão UMTS principalmente no que diz respeito a novos usos para espectro. Tecnicamente, a tecnologia permite navegação com velocidade de até 326 Mbits em até 100 quilômetros de distância.
Até 2013, a consultoria espera que a LTE alcance cerca de 23,1 milhões de assinantes pelo mundo, enquanto, simultaneamente, o número de PCs vendidos com acesso WiMax chegue a 82 milhões de unidades.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Portabilidade: Serviço chega ao Rio de Janeiro e a Brasília
Todos os 92 municípios do Estado do Rio de Janeiro, o Distrito Federal e mais 11 cidades do Entorno terão acesso à portabilidade numérica a partir desta segunda-feira (9/2).
Esta é a 12ª etapa da implantação do serviço que permite a troca de operadora com a manutenção do número do telefone para 5.014 localidades em todo o País (90,1%).
A partir de segunda-feira, 09/02, o serviço ficará disponível para os 146,5 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel que vivem nas áreas atendidas pelos 60 DDDs em que o serviço já chegou de forma gradativa, desde o dia 1º de setembro de 2008, seguindo o calendário estabelecido.
O Estado do Rio de Janeiro terá a portabilidade implantada, simultaneamente, em seus três DDDs, o 21, o 22 e o 24 nesta segunda-feira, beneficiando 20,6 milhões de usuários de telefones fixos e móveis.
Em Brasília e cidades do Entorno, que são atendidos pelo DDD 61, os 4,9 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel passarão a ser beneficiados com a implantação do serviço.
A soma de beneficiados com a implantação da portabilidade em quatro novos DDDs esta semana é de mais 25,4 milhões de usuários. Todos os 67 DDDs existentes no Brasil terão acesso à portabilidade até a primeira semana de março de 2009, quando o cronograma de implantação será completado.
O último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registra que o Brasil tem 191.692.775 usuários de telefonia, dos quais 150.641.403 de telefones móveis e 41.051.372 de fixos. Desses, 76,4% já usufruem do serviço.
De acordo com a Base de Dados de Referência da ABR Telecom (BDR), a Entidade Administradora da portabilidade numérica no Brasil, desde o dia 1º de setembro de 2008, 345.927 usuários de telefonia fixa e móvel solicitaram troca de operadora com manutenção do número de telefone até a meia-noite dessa quarta-feira (4/02).
Desse total, 65% (224 mil) referem-se a solicitações de usuários de telefonia móvel e 35% (121,7 mil) de telefonia fixa.No mesmo período, 223.332 usuários tiveram seus números de telefones transferidos para novas operadoras escolhidas. Desses, 67% (148,9 mil) são usuários de telefonia móvel e 33% (74,3 mil) assinantes de telefonia fixa.
Esta é a 12ª etapa da implantação do serviço que permite a troca de operadora com a manutenção do número do telefone para 5.014 localidades em todo o País (90,1%).
A partir de segunda-feira, 09/02, o serviço ficará disponível para os 146,5 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel que vivem nas áreas atendidas pelos 60 DDDs em que o serviço já chegou de forma gradativa, desde o dia 1º de setembro de 2008, seguindo o calendário estabelecido.
O Estado do Rio de Janeiro terá a portabilidade implantada, simultaneamente, em seus três DDDs, o 21, o 22 e o 24 nesta segunda-feira, beneficiando 20,6 milhões de usuários de telefones fixos e móveis.
Em Brasília e cidades do Entorno, que são atendidos pelo DDD 61, os 4,9 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel passarão a ser beneficiados com a implantação do serviço.
A soma de beneficiados com a implantação da portabilidade em quatro novos DDDs esta semana é de mais 25,4 milhões de usuários. Todos os 67 DDDs existentes no Brasil terão acesso à portabilidade até a primeira semana de março de 2009, quando o cronograma de implantação será completado.
O último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registra que o Brasil tem 191.692.775 usuários de telefonia, dos quais 150.641.403 de telefones móveis e 41.051.372 de fixos. Desses, 76,4% já usufruem do serviço.
De acordo com a Base de Dados de Referência da ABR Telecom (BDR), a Entidade Administradora da portabilidade numérica no Brasil, desde o dia 1º de setembro de 2008, 345.927 usuários de telefonia fixa e móvel solicitaram troca de operadora com manutenção do número de telefone até a meia-noite dessa quarta-feira (4/02).
Desse total, 65% (224 mil) referem-se a solicitações de usuários de telefonia móvel e 35% (121,7 mil) de telefonia fixa.No mesmo período, 223.332 usuários tiveram seus números de telefones transferidos para novas operadoras escolhidas. Desses, 67% (148,9 mil) são usuários de telefonia móvel e 33% (74,3 mil) assinantes de telefonia fixa.
Marcadores:
Portabilidade
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Oi começa a divulgar sua marca na área da Brasil Telecom
A expectativa é que o nome da empresa seja adotado nacionalmente ainda no primeiro semestre
Esta semana a Oi começa a veicular dois filmes publicitários para iniciar a apresentação de sua marca na Região II, da Brasil Telecom. A operadora concluiu a aquisição da empresa no mês passado e segundo o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, a idéia é ter uma marca nacional ainda no primeiro semestre. Como parte de sua estratégia, ela quer aliar a marca Oi aos atributos de inovação, atitude e ousadia. As peças publicitárias estão a cargo da agência NBS.A Oi ainda estuda as formas de levar todos os seus produtos para a região da Brasil Telecom. Falco adiantou que eles também terão nomes únicos em toda a área de atuação. Há ainda a possibilidade de serem estabelecidos novos pacotes tarifários para a região. Na área móvel, a Oi trocou os fornecedores da infra-estrutura, ZTE e Ericsson, por contratos com a Nokia-Siemens e Huawei, os mesmos fabricantes que estão presente na rede da Oi nas demais áreas onde ela está presente.
Marcadores:
Oi + Brasil Telecom
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Portabilidade: Serviço chega a mais 220 municípios a partir do dia 02/02
A partir desta segunda-feira (2/2), 88% dos municípios brasileiros (4.910) estarão com a portabilidade numérica implantada.
O serviço que permite a troca de operadora com a manutenção do número do telefone estará disponível para os 121 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel que vivem nas áreas atendidas pelos 56 DDDs em que a portabilidade já chegou de forma gradativa, seguindo o calendário estabelecido.
Nesta segunda-feira começam a ser beneficiados, pela portabilidade, os nove milhões de usuários das regiões servidas pelos DDD 19 (SP), 45 e 46 (PR), 93 e 94 (PA).
A portabilidade numérica está na 11ª etapa de implantação que marca a entrada do serviço em mais 220 municípios brasileiros. Todos os 67 DDDs existentes no Brasil terão portabilidade até a primeira semana de março de 2009, quando o cronograma de implantação será completado.
O último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registra que o Brasil tem 191.692.775 usuários de telefonia, dos quais 150.641.403 de telefones móveis e 41.051.372 de fixos.
De acordo com a Base de Dados de Referência da ABR Telecom, a Entidade Administradora da portabilidade numérica no Brasil, desde o dia 1º de setembro de 2008, 306.289 usuários de telefonia fixa e móvel solicitaram troca de operadora com manutenção do número de telefone.
Desse total, 65% (200,5 mil) referem-se a solicitações de usuários de telefonia móvel e 35% (105,7 mil) de telefonia fixa. Até a meia-noite dessa quinta-feira (29/1), 197.105 usuários tiveram seus números de telefones mantidos após concluídas as transferências de operadoras de serviço. Desses, 67% (132,3 mil) são usuários de telefonia móvel e 33% (64,7 mil) assinantes de telefonia fixa.
O serviço que permite a troca de operadora com a manutenção do número do telefone estará disponível para os 121 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel que vivem nas áreas atendidas pelos 56 DDDs em que a portabilidade já chegou de forma gradativa, seguindo o calendário estabelecido.
Nesta segunda-feira começam a ser beneficiados, pela portabilidade, os nove milhões de usuários das regiões servidas pelos DDD 19 (SP), 45 e 46 (PR), 93 e 94 (PA).
A portabilidade numérica está na 11ª etapa de implantação que marca a entrada do serviço em mais 220 municípios brasileiros. Todos os 67 DDDs existentes no Brasil terão portabilidade até a primeira semana de março de 2009, quando o cronograma de implantação será completado.
O último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registra que o Brasil tem 191.692.775 usuários de telefonia, dos quais 150.641.403 de telefones móveis e 41.051.372 de fixos.
De acordo com a Base de Dados de Referência da ABR Telecom, a Entidade Administradora da portabilidade numérica no Brasil, desde o dia 1º de setembro de 2008, 306.289 usuários de telefonia fixa e móvel solicitaram troca de operadora com manutenção do número de telefone.
Desse total, 65% (200,5 mil) referem-se a solicitações de usuários de telefonia móvel e 35% (105,7 mil) de telefonia fixa. Até a meia-noite dessa quinta-feira (29/1), 197.105 usuários tiveram seus números de telefones mantidos após concluídas as transferências de operadoras de serviço. Desses, 67% (132,3 mil) são usuários de telefonia móvel e 33% (64,7 mil) assinantes de telefonia fixa.
Marcadores:
Portabilidade
Assinar:
Postagens (Atom)

