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terça-feira, 12 de agosto de 2008

iPhone 3G é certificado pela Anatel

Não há mais nenhum empecilho regulatório para o início da venda do iPhone 3G da Apple no Brasil. A informação é que a Agência Reguladora(ANATEL) homologou o terminal, lançado comercialmente no último dia 11 de julho e que vendeu mais de três milhões de unidades. Aqui no Brasil, as operadoras Claro, Vivo e TIM afirmam que planejam vender o iPhone 3G da Apple. Para comercializar o iPhone no país, a Apple abriu a empresa Apple Computer Ltda.
O iPhone 3G é um smartphone com funções de iPod e câmera digital. O terminal também oferece serviços de internet como e-mail, mensagens de texto, visual voicemail e conexão Wi-Fi local.
Com a homologação, agora, a venda do iPhone 3G no Brasil está, de fato, nas mãos das operadoras. Claro, Vivo, através da Telefónica, e TIM já afirmaram que planejam vender o produto para os seus clientes. Para isso, agora, não há mais desculpas de regulamentação. Virou questão de estratégia de negócio.

Quem sairá na frente?
A homologação do equipamento junto à Anatel assegura que os equipamentos são compatíveis com as tecnologias adotadas no Brasil e atendem requisitos técnicos de funcionamento e condições de garantia, de assistência técnica e de qualidade. De acordo com a homologação da Agência, o iPhone foi certificado sob o nº 1124-08-1993, modelo A-1241.

sábado, 9 de agosto de 2008


Já está no ar a Oi FM de São Paulo. A freqüência é 94,1MHz e a programação reflete o espírito da marca Oi: muita liberdade. O ouvinte não fica preso a poucos estilos. A rádio vai funcionar com inspiração nas “free rádios”, isto é, rádios livres, investindo na pluralidade, na diversidade de gêneros musicais apresentados ao público. Os novos talentos terão espaço garantido e as vinhetas feitas especialmente pro lançamento em São Paulo terão as vozes dos artistas Debora Bloch e Paulo Miklos.
A OI FM vai dar aos ouvintes música e informação. Os ouvintes de Sampa terão uma programação com curadoria de gente que entende muito do assunto: o DJ Sílvio Calmon, o jornalista Zé Flávio, o fotógrafo e jornalista Maurício Valadares, o músico e publicitário Rodrigo Borges, o empresário do ramo musical Rossato e o diretor artístico da rede Oi FM, Leo Soares. Cem por cento do conteúdo levado ao ar estará no site da rádio: www.oifm.com.br/sp, que terá também conteúdo exclusivo pra web.
Sobre os programas... Tem muita, muita coisa boa... No “É o Som da Semana”, por exemplo, sempre será apresentado um som diferente e esta música será tocada a qualquer hora do dia ou da noite. Os sons da worldmusic estarão no “Nômade”, apresentado pelo produtor cultural e DJ Paco Pigalle. Os novos talentos vão aparecer no “Oi Novo Som”. E por aí vai.
A Oi FM foi lançada em janeiro de 2005, em Belo Horizonte (MG). Depois, foram contempladas as cidades de Uberlândia, Rio de Janeiro, Vitória, Fortaleza e Recife. “A marca Oi possui uma estratégia de comunicação diferenciada, associando sua imagem a eventos e projetos com que tenham características que se assemelham às da empresa, como modernidade e simplicidade”, comenta Flávia da Justa, diretora de Comunicação da companhia. “A Oi FM faz parte da estratégia de distribuição de conteúdo da companhia, focada em levar o ao público uma programação diferenciada, orientada pelos conceitos de ousadia e inovação da Oi”, explica o diretor de Mídia e Conteúdo da empresa, José Luís Volpini.


Oi FM. 94.1. No ar de São Paulo.

Oi planeja expandir atuação para América Latina e Países de Língua Portuguesa

A compra da Brasil Telecom pela Oi, por R$ 5,8 bilhões, ainda não foi aprovada pelo governo, mas a empresa já planeja expandir os negócios em todo o País e na América Latina ainda em 2008.

A idéia é conquistar parte do mercado latino e entrar no paulista no último quadrimestre. Para os próximos 5 anos, a meta é conquistar 30 milhões de clientes, chegando aos 110 milhões entre Brasil, América Latina e países de língua portuguesa na África e Europa, com R$ 30 bilhões. O dinheiro viria de troca de ações, levantamento de capital, emissão de ações, do caixa da empresa e de "todas as formas que o capitalismo permite", disse o presidente da Oi, Luiz Falco.

Na América Latina, os alvos são todos os países. "Temos que olhar que a consolidação dos mexicanos (Telmex) e dos espanhóis (Telefónica) nos tiram alguns países do foco. Mas Argentina e Venezuela merecem atenção". De acordo com os planos da Oi, a meta é chegar aos 38 milhões de clientes de telefonia celular e 22 milhões de fixos, além de banda larga e TV por assinatura no Brasil e atingir 30 milhões de clientes no exterior entre telefonia, fixa, celular, banda larga e TV por assinatura. "Vamos olhar todas as possibilidades baratas. Queremos consolidar rapidamente a nossa posição nacional", disse.
Para que a estratégia da Oi tenha sucesso é necessário que o governo aprove a compra da Brasil Telecom. O caso está com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que avalia mudanças no Plano Geral de Outorgas (PGO) e no Plano Geral de Autorização do Marco Regulatório (PGA) que contemplariam a possibilidade da fusão entre as empresas, proibida pela lei atual pois configura a compra de uma empresa de telefonia fixa por outra. O assunto acabou não sendo tratado ontem pelo conselho da Anatel. O conselheiro Antônio Bedran pediu vistas do processo da PGO e o presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, solicitou prorrogação de suas vistas sobre o PGA que havia requerido na semana passada.
O assunto voltará à pauta dia 4 de junho. A aquisição da Brasil Telecom pela Oi conta com o apoio do governo federal. O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, é o padrinho, dentro do governo, da idéia de criar uma empresa de telecomunicações com musculatura suficiente para enfrentar a Telefônica (Vivo) e a Claro (Telmex) do megaempresário mexicano Carlos Slim. Falco disse que está confiante na aprovação na compra. Caso isso não ocorra, a Oi terá prejuízos de R$ 815 milhões, R$ 500 milhões de multa contratual e R$ 315 milhões de investimentos já realizados, informou Falco.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

WiMAX

O padrão IEEE 802.16, completo em outubro de 2001 e publicado em 8 de abril de 2002, especifica uma interface sem fio para redes metropolitanas (WMAN). Foi atribuído a este padrão, o nome WiMAX (Worldwide Interoperability for Microwave Access/Interoperabilidade Mundial para Acesso de Micro-ondas). O termo WiMAX foi cunhado por um grupo de indústrias conhecido como WiMAX Forum cujo objetivo é promover a compatibilidade e inter-operabilidade entre equipamentos baseados no padrão IEEE 802.16. Este padrão é similar ao padrão Wi-Fi (IEEE 802.11), que já é bastante difundido, porém agrega conhecimentos e recursos mais recentes, visando um melhor desempenho de comunicação.

O padrão WiMAX tem como objetivo estabelecer a parte final da infra-estrutura de conexão de banda larga (last mile) oferecendo conectividade para uso doméstico, empresarial e em hotspots.


Funcionamento


As redes WiMAX funcionam de maneira semelhante à das redes Bluetooth. As transmissões de dados podem chegar aos 1Gbps a uma distância de até 50Km (radial),com estudos científicos para se chegar a 10Gbps. O funcionamento é parecido com o do Bluetooth e o Wi-Fi (no ponto de vista de ser transmissão e recepção de ondas de rádio), usado para comunicação entre pequenos dispositivos de uso pessoal, como PDAs, telefones celulares (telemóveis) de nova geração, computadores portáteis, mas também é utilizado para a comunicação de periféricos, como impressoras, scanners, etc. O WiMAX opera na faixa ISM (Industrial, Scientific, Medical) centrada em 2,45 GHz, que era formalmente reservada para alguns grupos de usuários profissionais. Nos Estados Unidos, a faixa ISM varia de 2400 a 2483,5 MHz. Na maioria da Europa, a mesma banda também está disponível. No Japão, a faixa varia de 2400 a 2500 MHz.


Prós


  • Diminui custos de infra-estrutura de banda larga para conexão com o usuário final (last mile);

  • Deverá ter uma aceitação grande por usuários, seguindo a tecnologia Wi-Fi (IEEE 802.11) e diminuindo ainda mais os custos da tecnologia;

  • Possibilitará, segundo a especificação, altas taxas de transmissão de dados;

  • Possibilitará a criação de uma rede de cobertura de conexão de Internet similar à de cobertura celular, permitindo acesso à Internet mesmo em movimento;

  • Existe amplo suporte do desenvolvimento e aprimoramento desta tecnologia por parte da indústria.


Contras



  • Nos testes atualmente realizados mostrou-se como grande frustração quanto à taxa de transmissão;

  • Apesar das muitas iniciativas e pesquisas, essa tecnologia ainda tem um período de maturação a ser atingido;

  • Pode, em alguns paises, haver sobreposição de utilização de freqüência com algum serviço já existente;

  • Em alguns países a tecnologia já foi inviabilizada devido a uma política específica para proteção do investimento de capital (CAPEX), já realizado com licenças da tecnologia de telefonia móvel UMTS.

  • Nas faixas de frequência mais altas existem limitações quanto a interferências pela chuva, causando diminuição de taxas de transferências e dos raios de cobertura.

Crescimento econômico


O benefício crucial do padrão WiMAX é a oferta de conexão internet banda larga em regiões onde não existe infra-estrutura de cabelagem telefónica ou de TV por Cabo, que sem a menor dúvida são muito mais custosos. Este benefício econômico do padrão sem fio para redes MAN proporciona a difusão dos serviços de banda larga em países em desenvolvimento, influenciando diretamente na melhoria das telecomunicações do país e conseqüentemente no seu desenvolvimento.
Segundo o relatório do CPqD, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, do ano de 2006, sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, um dos requisitos para a implantação do SBTVD é a criação de um sistema WiMAX para todo o Território brasileiro. Segundo os dados deste relatório, para se estabelecer uma cobertura nacional (rural e urbana) são necessárias 2511 estações WiMAX (compostas de equipamentos de rádio, torre e antena) com um investimento total de apenas R$ 350 milhões de reais.


Testes


Um experimento da rede WiMAX feito em 2005 por uma grande operadora de telefonia celular dos Estados Unidos teve um resultado pouco animador. Foram relatados problemas para atingir os níveis esperados de transferência de dados, chegando apenas a um pequeno percentual dos níveis laboratoriais alcançados. Isso indica a falta de maturação da tecnologia.



No Brasil, outro local no qual foi instalado este tipo de tecnologia é Mangaratiba, RJ.


A Intel executou em Minas Gerais, nas cidades de Belo Horizonte e Ouro Preto, vários testes muitos satisfatórios, sendo que em Ouro Preto o teste foi considerado como "Prova de Fogo", devido ao relevo montanhoso da cidade. Uma das experiências feitas foi a instalação de uma antena WiMAX em uma Kombi com três computadores. A Kombi ficou estacionada na Praça Tiradentes, praça principal da cidade, e várias pessoas do local entraram na Kombi e acessaram a Internet, e foi um sucesso, pois a BSU estava instalada na Universidade, e a Praça não possui vista para ela. Esses testes foram realizadas com equipamentos com frequência de 3,5GHz, considerados pré-Wimax, por terem OFDM com 254 portadoras. Atualmente, os equipamentos em Ouro Preto operariam na frequência de 5,8GHz e com somente 32 portadoras, sem a possibilidade de reflexão. Porém, estes estão desligados há quase 1 ano por falta de assistência dos executores do projeto. Está previsto que, no início do segundo semestre de 2007, Belo Horizonte estará toda interconectada pela nova tecnologia.



Wimax no Brasil



Em parceria com universidades, instituições e governos, a Intel liderou testes de WiMAX no Brasil, desde 2004, nas cidades de Brasília (DF), Ouro Preto (MG), Mangaratiba (RJ), Parintins(AM) e, mais recentemente, Belo Horizonte (MG). Até o final deste ano, a empresa promete começar a testar em São Paulo. Brasil Telecom, Vivo, Telefônica e várias outras empresas já anunciaram, publicamente, planos de implementação do WiMAX no Brasil. Podemos esperar que o mais breve possível vamos estar utilizando internet como se usa o celular hoje, a tendência é melhorar ainda mais essa tecnologia. Sera implantada na Bahia apartir de maio 2008 pela Embratel com acesso bandalarga para empresas.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Top 10 de vendas entre celulares

Segundo a empresa sueca Krusell, que fabrica peças e cases para aparelhos portáteis, o iPhone liderou novamente o Top-10 de pedidos em julho. A empresa faz esse ranking de acordo com as vendas de peças e modelos de acessórios específicos para determinados aparelhos celulares ou smartphones. A empresa vende seus produtos em 6 continentes e mais de 50 paises. No último levantamento apresentado o iPhone liderou os pedidos seguido pelo HTC Touch Diamond e o Nokia E51.

Segundo um dos executivos da empresa o iPhone 3G teve importante impacto nas vendas de junho e julho, mas o que surpreendeu foi a SonyEricsson que, juntamente com a Nokia, colocou 4 aparelhos entre os 10 mais, sendo dois deles novos que sequer apareciam no levantamento anterior. Por sua vez o HTC que estava em segundo lugar despencou e não aparece mais entre os 10 primeiros, nenhum aparelho da Samsung ou Motorola figurou no levantamento. Abaixo segue o ranking elaborado pela empresa:

1º Apple iPhone (1º)
2º Nokia 3109 (5º)

3º Nokia E51 (3º)
4º Nokia 6300 (4º)
5º SonyEricsson C902 (-)
6º SonyEricsson C702 (-)
7º Nokia N95 (7º)
8º Sony Ericsson K810i (8º)
9º Sony Ericsson K530i (9º)
10º LG KU990 (6º)

O número entre parênteses representa a posição anterior do modelo. Alguns aparelhos listados sequer chegaram ao Brasil.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Oi não poderá usar WiMAX e Infovias por 24 meses em MG

A Oi não poderá usar WiMAX e a rede de fibras ópticas da Infovias por um período de 24 meses em Minas Gerais. Essas foram as restrições impostas pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para a aprovação da compra da Way TV, empresa de TV por Assinatura de origem mineira, pela Oi, decisão anunciada na semana passada.

De acordo com o conselheiro do órgão, Fernando de Magalhães Furlan, que participou do Telebrasil 2008, a restrição, no entanto, não impede a concessionária de comprar a licença WiMAX caso no período de 24 meses, ocorra o leilão pela Anatel.

"A idéia de fazer essa restrição foi a de impedir que a Way TV tivesse vantagem competitiva diante dos demais concorrentes em função do Poder Dominante da Oi nos serviços de voz e banda larga", explicou Furlan.

A Oi, no entanto, no ponto de vista do conselheiro, não ficará de fora do processo de venda das freqüências. A restrição do CADE foi imposta tão somente para o uso da tecnologia como forma de ampliar a cobertura do serviço. A Oi poderá comprar a freqüência e "guarda-la" pelo período de restrição.

Outra restrição imposta pelo CADE - pelo mesmo período - é que a Oi não poderá utilizar a rede da Infovias, a maior acionista da Way TV, antes da aquisição da Oi. A Infovias pertence ao grupo CEMIG e oferece a maior rede óptica para transporte de serviços de telecomunicações do Estado de Minas Gerais. Ela tem atuação em 12 cidades, entre elas, Belo Horizonte, Uberlãndia, Betim, Governador Valadares, Juiz de Foras, entre outras.

A compra da Way TV pela Oi movimentou o mercado de TV por Assinatura e de Telecomunicações. A operação levou mais de dois anos para ser aprovada no CADE e na própria Anatel e, de certa maneira, impulsiona a discussão com relação à alteração da Lei do Cabo e de Telecomunicações no país.

A Way TV foi adquirida em julho de 2006 por R$ 132 milhões durante um leilão realizado na Bolsa de Valores de São Paulo. À época, a operadora mineira contabilizava 110 mil assinantes, dos quais 55,5 mil de serviço de televisão por assinatura e 54,5 mil de banda larga. Os seus principais acionistas eram a Infovias S/A (com 70% do capital total), Diários Associados (11%), Brasil Telecomunicações (12%) e Clube de Investimentos dos empregados da Cemig (1%).

As informações sobre as restrições impostas à Oi na compra da Way TV foram dadas pelo conselheiro Fernando de Magalhães Furlan, que participou do painel Telebrasil 2008, realizado de 04 a 08 de junho, na Costa do Sauípe, na Bahia. Oficialmente a Oi não comentou as restrições impostas pelo CADE para a aprovação do negócio.

Unicel entra em operação como Aeiou

Entra em operação hoje, ainda em versão beta para testes, a rede da operadora celular Unicel, a quarta a oferecer serviço na grande São Paulo. Comercialmente o nome escolhido foi Aeiou e a principal aposta é sua estratégia agressiva no segmento de pré-pagos, a princípio a operadora irá oferecer 35 reais de crédito para as 10 mil primeiras pessoas que reservarem um chip da operadora pelo site condicionado a uma inserção inicial de 20 reais correspondente ao valor do chip (de graça no caso).

Embora a operadora defenda que não irá subsidiar aparelhos, prática também adotada pela Oi, ela irá oferecer créditos a partir de 15 reais e sem data de vencimento para seu uso, como acontece com as outras operadoras onde o crédito expira ficando inativo até uma nova recarga. Todo o relacionamento da operadora com o cliente será feito por meio do site até mesmo a contratação do serviço.

Segundo a operadora todo crédito poderá ser resgatado em dinheiro na loja da operadora no bairro de Vila Madalena ou transferido para outra linha da aeiou. Como parte de sua estratégia agressiva estão os preços onde ligações podem chegar a 63 centavos o minuto para celulares de outras operadoras e 14 centavos por mensagem SMS também para outras operadoras. O benefício é ainda maior entre celulares da própria operadora com tarifa de 14 centavos o minuto ou mensagens SMS a 7 centavos.

Com a entrada da Aeiou e a iminente entrada da Oi, que também deve adotar política agressiva para captação de clientes, a tendência é que a maior competição no mercado traga vários benefícios para os clientes como preços mais baixos e promoções visando defender o mercado das operadoras atuais.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Adaptador para dois SIM cards no celular



Após o lançamento do aparelho celular que trabalha com dois SIM cards, ou chips, agora é a vez dos adaptadores para se utilizar dois chips mesmo nos aparelhos com apenas um compartimento para chip. Os adaptadores dual-SIM se baseiam em um recurso dos chips SIM que permite carregar funções adicionais, esta função é usada pelas operadoras para incluir menus com serviços e funções adicionais no chip e que são lidas a partir dele pelos aparelhos, com isso é possível incluir um menu de configuração onde se possa trocar entre os dois chips instalados, sem precisar desligar o aparelho.

O software referente ao menu é armazenado em um pequeno chip, incluído no próprio adaptador, que se encarrega também de todas as demais funções executadas por ele. Existem diversos modelos de dual SIM chips, dos quais dois se destacam. O primeiro, e de maior compatibilidade, é um adaptador que permitem alojar dois chips diretamente em um receptáculo que tem o mesmo tamanho de um único chip, mas para isso é preciso recortar o SIM card deixando apenas a parte do chip em si, sem o plástico do entorno.

O segundo, mais comum e melhor em termos de facilidade de manuseio, é o adaptador flexível. Um dos lados do adaptador é encaixado no soquete para o chip e o outro lado é dobrado sobre ele, ficando (de acordo com o aparelho) acomodada sob ou sobre a bateria o que em alguns modelos, principalmente ultrafinos pode causar probelmas de compatibilidade e danificação do adaptador.

sábado, 2 de agosto de 2008

Gerações de Sistemas Celulares


A nova geração de tecnologias de transmissão de dados apresentam como grande vantagem, em relação aos sistemas de transmissão de dados que as precederam, o fato de não ser mais preciso fazer uma chamada telefonica para transmitir dados. Desta forma, a cobrança passa a ser feita por pacote de dados trafegados na rede e não mais por tempo de conexão. Outra vantagem é como a conexão não é mais discada, não ocupa a linha, mantendo ela livre para efetuar e receber ligações normalmente.

A figura apresenta a evolução das tecnologias de celular no Brasil.

As duas principais tecnologias são o GSM e o CDMA. Apresenta-se a seguir as linhas de evolução tecnológica para estas duas tecnologias.


Evolução das Tecnologia
  • AMPS - Advanced Mobile Phone Service
O AMPS foi o padrão dominante para os sistemas celulares analógicos de primeira geração. Foi desenvolvido pelos Laboratórios Bell da AT&T e os primeiros sistemas entraram em operação em 1983 nos Estados Unidos tendo sido adotado pelo Brasil e vários outros países. O AMPS opera na faixa de 800 MHz e ele está presente ainda em todas as operadoras de Banda A no Brasil, principalmente para atender a celulares em roaming.
  • TDMA (IS 136) - Time Division Multiple Access
O TDMA, padronizado pelo IS 54 e, posteriormente, aperfeiçoado pelo IS 136, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos para aumentar a capacidade de sistemas AMPS. Opera na faixa de 800 MHz e se tornou o padrão dominante no Brasil. Esta sendo descontinuada pelas operadoras que estão migrando suas redes para o GSM ou CDMA.
  • CDMA (IS 95) - Code Division Multiple Access
O CDMA, padronizado pelo IS 95, é um padrão digital desenvolvido nos Estados Unidos. É adotado no Brasil pela Vivo e opera nas frequências de 800 e 1900 MHz.
Evolução da Tecnologia CDMA
1. CDMA 1xRTT - Code Division Multiple Access
O CDMA 1xRTT mantém a compatibilidade com os sistemas CDMA (IS-95) e sua estrutura de canais de RF de 1,25 MHz, presente na rede CDMA padrão. A taxa de transmissão de dados típica é de 40 a 70 kbit/s.
2. CDMA 1xEV-DO - Code Division Multiple Access
O CDMA 1xEV-DO é a tecnologia 3G do CDMA, que possui alta performance para transmissão de dados, essa tecnologia está sendo utilizada no Brasil para Telefonia fixa pela Vésper. A taxa de transmissão de dados típica é de 300 a 500 kbit/s.
  • GSM - Global System for Mobile Communication
O GSM é um padrão digital de segunda geração do celular desenvolvido na Europa para substituir os diferentes padrões analógicos utilizados pelos países europeus. O GSM opera nas faixas de 900, 1800 e 1900 MHz. É hoje o padrão com o maior número de usuários em todo o mundo. Introduzido no Brasil em 2002 já esta presente em todos os estados brasileiros.
Evolução da Tecnologia GSM
Uma parâmetro a ser considerado também é o tempo de latência.A implantação do EDGE e do GPRS em sistemas GSM é feita com pequenas modificações nas redes existentes. Já a migração para WCDMA/HSDPA exige a utilização de uma nova banda de frequências (1900/2100 MHZ) ou a liberação de espectro nas faixas atuais (850 e 900 MHz).Estas tecnologias exigem novos terminais multimodo (GSM/GPRS/EDGE/WCDMA), conforme as tecnologias disponíveis na rede.Todas as operadoras brasileiras implantaram o GSM/GPRS em suas redes. O EDGE está também presente, mas com uma cobertura menor.

1. GPRS - General Packet Radio Service

O GPRS é a tecnologia de dados disponível em redes GSM. A taxa de transmissão de dados típica é de 26 a 40 kbit/s.

2. EDGE - Enhanced Data Rates for Global Evolution

É a evolução imediata do GSM/GPRS. Sua taxa de transmissão é três vezes maior do que a rede GPRS, pois a mesma quantidade de dados que ocuparia 3 slots de tempo na rede GPRS, passa a ocupar apenas um na rede EDGE. A taxa de transmissão de dados típica é de 100 a 130 kbit/s.
3. WCDMA - Wideband CDMA
Também conhecido como CDMA DS (Direct Sequence) É uma das tecnologias de acesso (ULTRA FDD) do UMTS (Universal Mobile Telecommunications System) High Speed Downlink Packet Access (HSDPA) é um serviço de pacotes de dados, baseado no WCDMA, que otimiza a transmissão de dados na direção do telefone celular (enlace de descida). Está em desenvovimento o High-Speed Uplink Packet Access (HSUPA), que fará o mesmo para o enlace de subida.

4. UMTS (WCDMA/HSDPA)


O Universal Mobile Telecommunications System (UMTS) é o termo adotado para designar o padrão de 3ª Geração estabelecido para a rede das operadoras de celular como evolução para operadoras de GSM e que utiliza como interface rádio o Wideband CDMA (WCDMA) e suas evoluções.O High Speed Downlink Packet Access (HSDPA) é um serviço de pacotes de dados, baseado no WCDMA, que otimiza a transmissão de dados na direção do telefone celular (Downlink ou enlace de descida). Existem várias versões de HSDPA com velocidades de pico de 1,2 Mbit/s, 1,8 Mbit/s, 3,6 Mbit/s, 7,2 Mbit/s, 10,2 mbit/s e 14,4 Mbit/s.O High-Speed Uplink Packet Access (HSUPA) faz o mesmo para o enlace de subida. Com o HSPA será possível utilizar os canais do HSDPA e HSUPA para VOIP.

Como era antes?

As primeiras tecnologias de transmissão de dados apresentavam uma configuração não muito satisfatória, pois além de ocuparem a linha e serem tarifadas por tempo de uso, apresentavam uma velocidade de conexão muito baixa.

  • CSD - Circuit Switched Data

Essa foi a primeira tecnologia para transmissão de dados em redes celulares. Trata-se de uma tecnologia digital que possibilita a troca de dados, numa velocidade que varia entre 9,6 kbps e 14,4 kbit/s, via celular. Essa conexão pode ser feita usando apenas seu celular ou um celular conectado a algum dispositivo.Em uma conexão CSD, dizemos que um circuito telefônico foi aberto entre dois pontos, e ele é mantido não importando se os dados estão sendo transmitidos ou não.A tarifa é baseada no tempo de uso e não é possível receber nenhuma ligação enquanto estiver conectado, como ocorreria durante um telefonema normal.
  • HSCSD - High Speed Circuit Switched Data


Evolução do CSD, com mais de um canal usado para se comunicar com a operadora. Por exemplo, a indicação 2+1 mostra que o celular é capaz de usar dois canais para download (28,8 kbps) e um para upload (14,4 kbps), o que torna a conexão um pouco mais rápida. Também é tarifado por tempo de uso e continua ocupando a linha para ligações.

Fonte: Sites Teleco e Ucel

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Áreas de Prestação de Serviço Celular

Para prestar serviço celular no Brasil é necessário possuir uma autorização de Serviço Móvel Pessoal (SMP). As operadoras de Banda A e B possuiam originalmente permissões para o Serviço Móvel Celular (SMC) e migraram para o SMP. O SMP dividiu o Brasil em 3 regiões, mas a distribuição de bandas utilizadas pelas operadoras está mmais próxima das 10 áreas de prestação de serviço definidas pelo antigo SMC.

Operadoras por Banda e Área de Serviço

Apresenta-se a seguir as operadoras que possuem as autorizações para operar nas Bandas A, B, D, E. M e L nas várias regiões do Brasil.

A Tabela a seguir apresenta as bandas utilizadas pelas operadoras de celular no Brasil nas 10 áreas definidas pelo SMC .


Além destas faixas de frequências, as operadoras adquiriram subfaixas de extensão em 900 e 1800 MHz nas suas áreas e bandas de frequências em 1900/2100 MHz (3G) apresentadas na tabela a seguir.
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